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Estados discutem o acesso ao tratamento do câncer de mama metastático

Debates articulados pela FEMAMA e por suas ONGs associadas sobre o acesso ao tratamento do câncer de mama metastático

O dia 26 de abril ficou marcado por debates em diversos estados sobre o acesso ao tratamento do câncer de mama metastático, a fase mais avançada da doença. Os debates foram articulados pela FEMAMA e por suas ONGs associadas nos estados do Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Sergipe com apoio das respectivas Assembleias Legislativas.

As consultas públicas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), as quais investigam o interesse da sociedade pela inclusão de tratamentos para pacientes que enfrentam a doença e estarão abertas somente até 2 de maio, foram centrais temas marcantes da audiência.
Os eventos também abordaram questões locais dos estados. Veja os destaques:

Ceará 

No Ceará, o debate foi articulado pela Rede Mama com apoio da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres. A deputada Fernanda Pessoa (PR) presidiu a mesa. Daniele Castelo Branco, presidente da Rede Mama, destacou a disparidade entre o atendimento na rede pública de saúde e na suplementar, acarretando em perdas substanciais de qualidade e expectativa de vida das pacientes, uma vez que no Brasil ambas as terapias encontram-se disponíveis para pacientes que contam com convênios de saúde. “O objetivo da audiência é incitar a discussão a respeito da inclusão de tratamentos inovadores para o tratamento do câncer de mama metastático no Sistema Único de Saúde”, enfatizou.

Distrito Federal

No Distrito Federal, a ONG Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília articulou o evento, que teve apoio da Associação Brasiliense de Apoio ao Paciente com Câncer (ABAC-Luz) e da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. O deputado Rafael Prudente (PMDB), Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Diagnóstico, Tratamento e Prevenção do Câncer, presidiu a mesa.

Prudente relembrou que esse é o segundo encontro para discutir o tema e a incorporação de tecnologia para combate ao câncer de mama. “Minha impressão é de que existe falta de vontade do Executivo para tomar providências assertivas na área da saúde, o que causa certo pessimismo em relação à gestão da Saúde do Distrito Federal”, disse.

Paraná

Na capital paranaense, o debate foi articulado pelo Grupo Beltronense de Prevenção ao Câncer (Mão Amiga) e foi solicitada pelo deputado Ademar Luiz Traiano (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná. A Associação das Amigas da Mama (AAMA), Associação de Apoio e Prevenção ao Câncer e à Violência Doméstica (APCVida), Associação Cascavel Rosa, Associação dos Amigos de Prevenção do Câncer (GAMA), Instituto Humanista de Desenvolvimento Social (HUMSOL), e Rede Feminina de Combate ao Câncer de União da Vitória (RFCC – UV) apoiaram a iniciativa.

Integrante da Comissão de Saúde, o deputado Nelson Luersen (PDT) reconheceu a dificuldade de acesso para diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama no estado, sobretudo nos municípios menores. Assim, colocou a Comissão à disposição para auxiliar nessa importante luta, a fim de defender melhores condições para a população junto ao Governo.

Ao final do encontro, voluntárias de todas as ONGs foram ao Palácio Iguaçu para falar com o governador Beto Richa (PSDB) para entregar as demandas a ele, que se comprometeu em ajudar.



Fuente: Femama